Coração Selvagem com Josyara e Giovani Cidreira

Data(s) e Horário(s): 11/02 às 20:00h, 12/02 às 17:00h

Local: Rua Gamboa de Cima 03, Centro (ao lado do Quartel dos Aflitos)

Preço: 20,00 (inteira) e 10,00(meia entrada)

Mais Informações

Os cantores e compositores Josyara e Giovani Cidreira voltam ao palco do Teatro Gamboa Nova para mais dois encontros no show "Coração Selvagem". O espetáculo, que teve duas edições previstas em agosto de 2016 e acabou em quatro edições esgotadas, retorna para mais duas sessões trazendo em seu repertório os clássicos da obra do cantor e compositor cearense Belchior, o “sujeito do norte”, que saiu do interior do Nordeste para tentar a vida na cidade grande e se deparou com a grandeza que é viver em uma megacidade, realidade que os dois artistas conhecem de forma muito próxima por ter saído da Bahia por algumas vezes, com o mesmo intuito a caminho de São Paulo.

 

Para os presentes das primeiras edições, muita emoção e satisfação de prestigiar o encontro de dois artistas tão importantes para a cena atual da música baiana, brasileira e mundial. Uma dessas visitas foi a do jornalista especializado em música, Luciano Matos, que deixou registrado a sua opinião sobre o show: “Acho que Josy e Giovani representam bem a nova música baiana, com seus trabalhos autorais. O show em homenagem a Belchior fortalece essa perspectiva, pois mostra que mesmo com composições de ícone de nossa música, ambos possuem muita personalidade em recriar essas obras. Pra mim foi um show emocionante, daqueles que dá vontade de ver novamente”.

 

A relação dos artistas com as composições de Belchior fazem parte da criatividade de suas produções. Para Josyara por exemplo, a aproximação com a obra do cantor é antiga e influencia muito na sua sonoridade, como em suas composições que costumam tratar de memórias pessoais, além de aproximação na musicalidade e inclusive, no sotaque. “A maior identificação aconteceu durante o período em que morava em São Paulo, quando escutando o disco “Alucinação” (1976), me identifiquei com as canções que tratavam sobre os nordestinos na cidade grande, a partir de então comecei a tocar e cantar suas canções” - conta Josyara.

 

O show faz referência a álbum homônimo (1977) do cantor homenageado e a partir da obra de Francisco Brasil, um amigo baiano, artista plástico que presenteou a cantora com uma arte em Xilogravura, traduzindo o aspecto rústico, romântico e visceral que as duas obras representam para os artistas.

 

Ficha Técnica

Voz e violão: Josyara e Giovani Cidreira

Assessoria: André Oliveira

Produção: Stefane Souto

Fotografia: Nathalia Miranda

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